CHECKLIST DE
SEGURANÇA
Panes e Anormalidades
A possibilidade de ocorrência de uma pane é real. O paraquedismo é um esporte de risco, ESTEJA SEMPRE PREPARADO(A)!
Os procedimentos a seguir foram retirados da cartilha da CBPQ e lembre-se, as informações contidas aqui são apenas informativas, em caso de dúvidas procure sempre um instrutor experiente.
Ocorrências na Aeronave
| OCORRÊNCIA | PROCEDIMENTO | Até 1.500 pés | Pousar com a aeronave, posição de impacto para pouso de emergência. |
|---|---|
| Acima de 1.500 pés | Já há altura suficiente para sair considerando o equipamento e experiêcia do paraquedista. Alunos devem seguir as orientações do instrutor. |
| Acima da altura de comando | Saída normal e comando na altura prevista. Alunos devem seguir as orientações do instrutor. |
| Panes estruturais ou fogo | Saída imediata. |
Ocorrências de Alta Velocidade

PUNHO DURO
Tentar comandar mais uma vez, se não resolver, fazer o procedimento de emergência.

NÃO ACHA O PUNHO
Tentar localizar mais uma vez, se não resolver, fazer o procedimento de emergência.

PILOT CHUTE IN TOW
Olhar e dar duas cotoveladas no container, se não resolver, fazer o procedimento de emergência.

FERRADURA
Lançar o pilotinho, se não resolver, fazer o procedimento de emergência.

BAG LOCK
Procedimento de emergência.

VELAME NÃO RETANGULAR
Procedimento de emergência.
Ocorrências de Baixa Velocidade

RASGO
Procedimento de emergência.

LINE OVER
Procedimento de emergência.

LINE TWIST
Abrir os tirantes e chutar para o lado contrário à torção. Abaixo de 2.500 pés fazer o procedimento de emergência.

LINHAS EMBARAÇADAS
Procedimento de emergência.

LINHAS ARREBENTADAS
Procedimento de emergência.

CÉLULAS DAS
PONTAS FECHADAS
Check funcional.

PILOTINHO NO
BORDO DE ATAQUE
Check funcional.
Ocorrências com Dois Velames

BI-PLANO
Navegar docilmente pelos tirantes traseiros do velame que estiver a frente.

SIDE BY SIDE
Juntar os tirantes na mão e navegar docilmente.

VELAME DESINFLADO
Recolher o velame desinflado e colocar entre as pernas.

DOWNPLANE
Desconectar o velame principal.
Ocorrências na Navegação
| OCORRÊNCIA | PROCEDIMENTO | Rota de colisão frontal | Realize curva à direita. |
|---|---|
| Rota de colisão convergente | Realize curva acentuada para fora. |
| Colisão inevitável | Posição de colisão, mãos e braços para junto da cabeça (com batoques a meio freio) proteger o rosto e o pescoço. Pernas juntas e encolhidas. Após a colisão, estabelecer comunicação. A pessoa que estiver livre (geralmente a que está em baixo) desconecta primeiro. Altitude limite para desconexão nesse caso é 1.000 pés. |
Ocorrências no Pouso
| OCORRÊNCIA | PROCEDIMENTO | Pouso na água | Afrouxe o tirante de peito e desconecte o RSL. Faça o flare e, ao emergir da água, desconecte o velame principal, livre-se do equipamento, infle o LPU e nade até a margem. |
|---|---|
| Pouso em árvore | Fazer o flare mantendo as mãos para dentro e as pernas juntas. Após tocar a árvore, cruze os braços colocando as mãos e os batoques sob as axilas, abaixe a cabeça protegendo o pescoço e mantenha as pernas e pés juntos. Tente se segurar para não cair e aguarde ajuda. |
| Pouso em fios elétricos | Junte as pernas, faça o flare com as mãos para dentro e tente pouso paralelo aos fios. Caso fique pendurado(a), não toque em nada e espere por ajuda especializada. |
| Pouso com flare alto | Continue o flare à medida em que se aproxima do solo. Mantenha os batoque puxados até que toque o solo e realize o rolamento. |
| Pouso em telhado | Erga e estique as pernas para frente, faça o flare com as mãos para dentro, com a intenção de pousar sentado para não atracessar o telhado. |
| Pouso em obstáculos verticais | Faça o flare com as mãos para dentro, mantenha as pernas erguidas e chute o obstáculo com as duas pernas com a intenção de derrubá-lo. |
Procedimento de Emergência